Fotos de projetos, mobilizações e parcerias apoiados pela Dra. Margaret Matos de Carvalho

Coletivo de Apoio à Dra. Margaret Matos de Carvalho

Entidades, movimentos sociais, autoridades e empresas em defesa de uma trajetória de mais de 30 anos de atuação em prol da justiça social.

Manifesto

As entidades, movimentos sociais, autoridades e empresas listadas nesse site expressam seu apoio à Dra. Margaret Matos de Carvalho.

A procuradora paranaense do Ministério Público do Trabalho é mais uma vítima dos velhos métodos da Lava-Jato. Ela é alvo de uma ferrenha perseguição política promovida pelo ex-integrante da força-tarefa Diogo Castor de Mattos.

Diogo ficou reconhecido por receber R$ 373,6 mil em diárias durante a operação para atuar em Curitiba, cidade em que já morava, e por contratar ilegalmente um outdoor para exaltar a si mesmo e aos colegas. Por isso, chegou a ter pena de demissão aplicada pelo Conselho Nacional do Ministério Público.

O motivo da caçada são as manifestações de apoio feitas pela procuradora ao presidente Lula, quando ele ainda estava preso na Superintendência de Polícia Federal em Curitiba. Naqueles dias, Margaret também fez uma visita à Vigília Lula Livre, com outros membros do Ministério Público Brasileiro de diferentes Estados. Uma foto dela lendo uma carta de solidariedade ao Presidente Lula e criticando a Lava Jato circulou amplamente nas redes, o que rendeu a ela a hostilidade dos então integrantes da Lava-Jato.

O inquérito contra Margaret começou em 2016. Nessa época, após ter ajuizado Ação Civil Pública em face de um banco por descumprir a legislação trabalhista, a sentença condenou o banco ao pagamento de uma indenização e multa. Na decisão, o juiz determinava para quais entidades deveria ir o dinheiro, comunicando-as a respeito, o que fez sem consultar o MPT e sem aguardar o trânsito em julgado.

Em vez das entidades pouco conhecidas inicialmente listadas, Margaret optou por recorrer da decisão e garantir a prerrogativa de que o Ministério Público do Trabalho indicasse as entidades.

Já no início da tramitação do recurso, o banco condenado solicitou a realização de audiência para tentativa de acordo. Na audiência, houve acordo entre as partes, com a concordância do banco e do Desembargador do Trabalho responsável pelo caso no TRT, que homologou o acordo. Assim, foram definidas de comum acordo, com aval judicial, as entidades a serem beneficiadas com os valores, que estavam devidamente cadastradas e regularizadas no MPT.

A partir deste acordo, as entidades antes beneficiadas protocolaram denúncia no MPF do Paraná buscando a alteração do acordo, sendo então instaurado um inquérito em 2016.

Apenas em 2019, o inquérito passou para a responsabilidade do procurador da Lava Jato, Diogo Castor de Mattos, quando tiveram início a perseguição e as falsas acusações.

As alegações de desvio de dinheiro não se sustentam, especialmente diante dos relatórios de quebra de sigilo bancário e fiscal. Tais relatórios técnicos, produzidos pela Polícia Federal, demonstram que não houve movimentações suspeitas de recurso, nem evolução patrimonial incompatível com sua renda.

Nunca houve desvio de recursos. As acusações são falsas e todos os valores destinados no processo correspondem a uma extensa lista de ações e atividades promovidas junto a entidades beneficiadas, como por exemplo o Instituto Lixo e Cidadania. Dentre tais ações, duas foram inclusive premiadas pelo Conselho Nacional do Ministério Público bem como reconhecidas, em ata, pela Corregedoria Nacional do MPT.

Na Corregedoria do Ministério Público do Trabalho, em Brasília, no relatório da Comissão Processante e no voto da Relatora do caso, houve o reconhecimento de que não houve ato de improbidade administrativa, porém o procedimento teve continuidade, com punição à procuradora.

Mais recentemente, o ex-integrante da Lava-Jato instaurou novo inquérito, divulgado pela Revista Veja, método já conhecido da Lava Jato que se utiliza da imprensa, buscando não só validação pública das acusações que faz, mas a destruição da reputação da procuradora, cujo trabalho é de reconhecimento nacional, conforme atestam as mais de trezentas organizações que assinaram nota de apoio à procuradora.

Nova punição pode levar à demissão da procuradora, que tem mais de 30 anos de carreira profissional, o que parece ser a intenção de Diogo Castor de Mattos.

Fotos de projetos e mobilizações apoiados pela Dra. Margaret Matos de Carvalho

Legado

Amparado em uma base constitucional, legal e infralegal, o Ministério Público do Trabalho (MPT) realiza a destinação de valores para entidades e organizações da sociedade civil, decorrentes de multas e indenizações pelo descumprimento do ordenamento jurídico trabalhista.

Com uma trajetória de dedicação de mais de 30 anos, pautada pela ética, pela lisura, pela busca da justiça social e pela redução das desigualdades, a atuação da procuradora regional do trabalho, Dra. Margaret Matos de Carvalho, permitiu a execução de mais de 100 iniciativas, beneficiando mais de 200 entidades, sempre alinhadas aos objetivos estratégicos do MPT e amplamente documentadas.

Entre os principais resultados e projetos apoiados, destacam-se:

Legado

O dossiê aqui reunido é uma compilação de números, registros, fotos, notícias e impactos realizados com a atuação da Dra. Margaret Matos de Carvalho no Ministério Público do Trabalho. Como se tratam de projetos amplos, alguns ainda em andamento, o material está em constante atualização. Nesse momento, já contém mais de 250 páginas.

Acessar

Se a sua entidade tem números a somar, envie a documentação comprovando para apoiomargaretmatos@gmail.com

Principais dados

1 milhãode estudantes alcançados por ano pelo MPT na Escola
85 cooperativasde catadores formalizadas (era apenas 1 em 2001)
R$ 3,2 milhõesem renda gerada a catadores no 1º ano de contrato
15.435 ton.de materiais reciclados no 1º ano - o dobro da média anterior
205 milhõesde litros de água economizados em um único ano de coleta
159 mil árvorespreservadas em um único ano de triagem de papel
70%dos catadores são mulheres, a maioria mães solo
20 miltrabalhadores expostos ao amianto acompanhados no Paraná
R$ 6,8 milhõesem equipamentos captados para cooperativas e associações
STF, 2017banimento do amianto decretado após atuação coordenada pelo MPT-PR
10.000 pessoasparticiparam da 17ª Jornada de Agroecologia em Curitiba
400 catadorasde 26 estados no V Encontro Nacional de Mulheres Catadoras

Entidades, movimentos e organizações que assinam

331 entidades
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Notícias

Estadão · Blog do Fausto Macedo A procuradora Margaret Matos de Carvalho

Foto: Divulgação/MPT

Entrevista | Grupos sociais preparam ato por procuradora que acusa expoentes da "velha Lava Jato" de perseguição

Por Fausto Macedo e Felipe de Paula · Publicado em 04/07/2026

Grupos de direitos humanos e entidades sociais articulam um ato público de apoio à procuradora Margaret Matos de Carvalho, acusada de desviar cerca de R$ 6,2 milhões de um acordo entre o Banco Itaú e o Ministério Público do Trabalho no Paraná. Em entrevista ao Estadão, ela afirma ser vítima de uma perseguição com "viés político e ideológico" promovida por ex-integrantes da extinta Operação Lava Jato.

Segundo a reportagem, a denúncia do Ministério Público Federal aponta que Margaret e a contadora Rejane Paredes teriam desviado quase a totalidade dos R$ 7 milhões repassados pelo Itaú ao Instituto Lixo e Cidadania (Ilix), em Curitiba. Margaret nega qualquer ilícito e afirma que os valores foram aplicados em ações alinhadas à missão institucional do MPT, em um acordo homologado judicialmente.

A procuradora relaciona o avanço do caso à sua participação, em 2018, na Vigília Lula Livre, quando integrantes do Ministério Público e do Judiciário foram a Curitiba prestar solidariedade ao presidente Lula, então preso, cuja condenação foi depois anulada pelo STF. Ela cita nominalmente o procurador Diogo Castor de Mattos e o ex-procurador Deltan Dallagnol, ex-coordenador da força-tarefa da Lava Jato, como seus principais perseguidores, e afirma que Dallagnol teria dito a colegas que ela "defendia bandido". Os dois negam conhecê-la.

Segundo Margaret, na Corregedoria do Ministério Público do Trabalho a relatora do caso votou pelo arquivamento do processo administrativo contra ela, mas os demais conselheiros reverteram a decisão, o que ela atribui à influência de Diogo Castor. Já Castor afirma, em nota, não ter atuado nem na ação penal aberta no STJ nem na correição da Corregedoria do MPT.

Na entrevista, Margaret também nega irregularidades na viagem a Maceió e na venda de um veículo apontadas na denúncia, diz que a quebra de seu sigilo bancário e fiscal não identificou nada incompatível com sua renda, e afirma confiar que a instrução do processo demonstrará sua inocência.

Ler a matéria completa no Estadão
Meteoro Brasil · YouTube

Margaret Matos de Carvalho fala sobre a perseguição da Lava Jato

Revista Fórum A procuradora Margaret Matos de Carvalho

Foto: Arquivo pessoal

Ré no STJ, procuradora diz ser alvo de perseguição de ex-Lava Jato por apoio a Lula em 2018

Por Ivan Longo · Publicado em 14/07/2026

Em entrevista à Revista Fórum, Margaret Matos de Carvalho afirmou que a ação penal movida contra ela no STJ é resultado de uma perseguição política iniciada após sua participação na Vigília Lula Livre, em 2018. Segundo a procuradora, o inquérito que deu origem ao processo foi aberto em 2016 e ficou praticamente parado até 2019, quando o procurador Diogo Castor de Mattos, ex-integrante da força-tarefa da Lava Jato, passou a atuar no caso, e a partir daí, segundo ela, parte das testemunhas mudou seus depoimentos.

Margaret nega qualquer desvio de recursos e afirma que os valores foram integralmente aplicados em ações de relevância social, com comprovação documental. Ela também disse que a quebra de seu sigilo bancário e fiscal não identificou movimentação financeira ou patrimônio incompatíveis com sua renda.

A reportagem também traz a resposta oficial de Diogo Castor de Mattos, que nega a perseguição e afirma que a denúncia criminal foi aceita por unanimidade pelos 15 ministros do STJ, com base em provas técnicas produzidas pelo próprio MPT.

Ler a matéria completa na Revista Fórum
Revista Veja

Procuradora investigada por desvios se diz vítima de perseguição no Paraná

Ler matéria completa
Plural A procuradora do Trabalho Margaret Matos de Carvalho

Foto: Divulgação/MPT

Procuradora se diz perseguida por ex-integrantes da Lava Jato e recebe apoio de 376 entidades

Por José Marcos Lopes · Publicado em 17/07/2026

A procuradora do Trabalho Margaret Matos de Carvalho recebeu o apoio de um abaixo-assinado com 376 entidades, movimentos sociais, empresas e autoridades após se tornar ré no STJ, acusada de peculato. Ela nega a acusação e atribui o processo a uma perseguição política movida por dois ex-integrantes da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba: o ex-procurador Deltan Dallagnol e o procurador Diogo Castor de Mattos.

Segundo a reportagem, o caso tem origem em uma ação trabalhista contra o banco Itaú, cujos valores de indenização foram redirecionados, por acordo homologado judicialmente, a entidades cadastradas no Ministério Público do Trabalho. Anos depois, essas mesmas entidades passaram a ser alvo de denúncia junto ao Ministério Público Federal.

Margaret relaciona o avanço do caso à sua participação, em 2018, na Vigília Lula Livre, quando integrantes do Ministério Público e do Judiciário foram ao local prestar solidariedade ao presidente Lula e questionar os métodos da Lava Jato. Segundo ela, o procurador Diogo Castor de Mattos buscou seu afastamento do MPT e moveu ação de improbidade administrativa contra ela, que teve o pedido liminar negado pela juíza responsável. Procurado pela reportagem, Dallagnol disse não conhecer a procuradora; Castor, por meio de nota, negou a perseguição e afirmou que a denúncia criminal foi aceita por unanimidade pelos 15 ministros do STJ.

Ler a matéria completa no Plural

Nota: à época desta matéria, 376 entidades constavam na lista de apoio. Como algumas saíram da lista desde então, esse número é diferente da contagem atual deste site.

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Post sobre o caso da procuradora Margaret Matos de Carvalho

Coletivo de Apoio à Margaret Grupo reunido na cerimônia de homenagem na Procuradoria Regional do Trabalho da 9ª Região

Margaret é homenageada no MPT-PR e recebe apoio de entidades

No dia 26 de junho de 2026, a Procuradoria Regional do Trabalho da 9ª Região, em Curitiba, realizou a cerimônia de descerramento de fotos da Galeria dos Procuradores-Chefes. Foram homenageadas Margaret Matos de Carvalho, Alberto Emiliano de Oliveira Neto e Patrícia Blanc Gaidex, além de uma placa em homenagem ao Procurador Regional do Trabalho Leonardo Abagge Filho.

A cerimônia foi conduzida pelo Procurador-Geral do Trabalho, Gláucio Araújo de Oliveira, e pelo Procurador-Chefe da Procuradoria Regional do Trabalho da 9ª Região, Iros Reichmann Losso, e reuniu colegas, ex-colegas e representantes de entidades parceiras, que prestigiaram o momento e reafirmaram o reconhecimento pela trajetória de Margaret à frente do Ministério Público do Trabalho.

Autoridades da Procuradoria Regional do Trabalho da 9ª Região em frente à Galeria dos Procuradores-Chefes Momento da cerimônia de homenagem na Procuradoria Regional do Trabalho da 9ª Região Convidados reunidos na cerimônia de homenagem na Procuradoria Regional do Trabalho da 9ª Região Margaret ao lado de colegas em frente à Galeria dos Procuradores-Chefes Margaret ao lado de colega, com seu retrato na galeria ao fundo Grupo de convidados reunidos na Galeria dos Procuradores-Chefes Convidados reunidos na cerimônia de homenagem na Galeria dos Procuradores-Chefes
Descerramento da foto de Margaret na Galeria dos Procuradores-Chefes
Discurso de Margaret durante a cerimônia

Local: Procuradoria Regional do Trabalho da 9ª Região, Curitiba (PR)

Notícias sobre a atuação de Margaret Matos

Ao longo de mais de três décadas como Procuradora e à frente do Ministério Público do Trabalho, a atuação de Margaret foi registrada por veículos de imprensa em todo o país.

Se o seu veículo/blog também publicou e não aparece na lista abaixo, mande o link da notícia para apoiomargaretmatos@gmail.com

Fotos de projetos e mobilizações apoiados pela Dra. Margaret Matos de Carvalho